Uma das características do povo paraense é, sem dúvidas, a hospitalidade. E isso entre o povo bragantino é algo bem forte. Além de acolhedores natos, eles amam apresentar a cidade banhada pelo rio Caeté. Distante a 220 quilômetros de Belém, Bragança guarda 4 séculos de história e é um dos lugares mais charmosos do Pará, e por que não dizer também do mundo?
Ela é mais lembrada durante a festa da marujada (festividade de São Benedito), manifestação cultural e religiosa que reúne centenas de marujos e marujas. Inclusive, o Museu da Marujada recebe dezenas de visitantes diariamente.
Para o historiador Anderson Lima, 33, uma das principais belezas de Bragança é a herança deixada por indígenas, europeus e africanos. “É uma rota indispensável para aqueles que desejam desfrutar de belas paisagens e história. O povo bragantino é rico em cultura, tradições e fé”, resume Anderson.
“A cidade atrai pela beleza dos edifícios e casarões centenários em estilo Português, como o Forte do Caeté e a Catedral de Nossa Senhora do Rosário, construída em 1854 pelos escravos”, pontua o pesquisador.
O centro histórico parece ter vida própria - tanto de dia quanto a noite, horário em que a boêmia prevalece. Dificilmente alguém que viaja para Bragança se sente entediado e jamais dirá que não encontrou diversão – e olha que as festas e bares atendem a todos os gostos. Todos mesmo. Até quem curte micareta, carnaval fora de época.
A praia de Ajuruteua, distante a 35 quilômetros do centro da cidade, é o principal balneário da cidade, que também possui dezenas de igarapés de água corrente e gelada. Quem não tem carro para ir à praia pode pegar um ônibus que sai da praça da bandeira e leva os banhistas até Ajuruteua.
A estrada até a praia revela um cenário exuberante entre mangues e lagos. É possível, dependendo do horário e da época do ano, ver guarás em meio a vegetação e as margens destes lagos. Quem se desloca de carro até Ajuruteua precisa ter atenção porque vai dividir a pista com catadores de caranguejos que seguem de bicicleta para os mangues.
Comentários
Postar um comentário